O preenchimento facial com ácido hialurônico e a aplicação da toxina butolínica são dois dos procedimentos estéticos mais conhecidos atualmente. Embora sejam associados com certa frequência e, por vezes, confundidos, existem diferenças significativas entre ambos.

Parte dessa confusão, se deve ao fato de os dois procedimentos serem bastante procurados para o tratamento de rejuvenescimento. Por isso, ao consultar o médico ou mesmo considerar em realizar qualquer tipo de tratamento, é comum as pessoas ficarem na dúvida sobre qual deles escolher.

No que consiste cada um e quando utilizá-los

Naturalmente encontrado no organismo, o ácido hialurônico na forma injetável é reabsorvível e biocompatível, indicado para preenchimento facial, amenizando as linhas de expressão, com objetivo de harmonizar os traços do rosto.

A toxina butolínica, por sua vez, é uma neurotoxina produzia através da bactéria Clostridium botulinum. Sua principal função se baseia na paralisação dos músculos, faciais.

A diferença entre os procedimentos não está apenas em suas origens, mas também nas suas recomendações de aplicação. Como o nome sugere, o método com o ácido hialurônico age como preenchedor, portanto, ele é indicado para amenizar linhas de expressão, tratar olheiras profundas, volumizar os lábios e redefinir o contorno da face, proporcionando mais harmonia ao rosto.

A toxina botulínica, por ter ação de paralisação muscular, é indicada para o tratamento das linhas de expressão na testa, erguer suavemente o olhar e amenizar os infames “pés de galinha”, proporcionando visual descansado.
Tenha a diferença em mente para facilitar a decisão na hora de realizar o procedimento. Se as dúvidas persistirem, consulte o profissional da saúde.